domingo, 5 de dezembro de 2021

Preservação de documentos arquivísticos digitais para a saúde (Daniel Flores/UFF, 19/11, 17:10, III CIC Saúde 2021)

Preservação de documentos arquivísticos digitais para a saúde (Daniel Flores/UFF, 19/11, 17:10, III CIC Saúde 2021) Apresentação na Nuvem: - http://encurtador.com.br/uIU45 Para referenciar este material do Grupo CNPq UFF Ged/A: Documentos Arquivísticos Digitais: Referências FLORES, Daniel. Preservação de Documentos Arquivísticos Digitais para a Saúde. Palestra. Online. 56 slides, color, Padrão Slides Google Drive/Docs 16x9. Material elaborado para o III CIC Saúde. Seminário de Conhecimento, Inovação e Comunicação em Serviços de Saúde. 17/11/2021 – 19/11/2021 - 14:00 - 18:00 GMT-3. Disponível em: http://documentosdigitais.blogspot.com. Acesso em: 19 de novembro de 2021. Os documentos arquivísticos digitais em saúde, Precisam ser Arquivados e Mantidos em Cadeia de Custódia Digital por um RDC-Arq, de acordo com a Res. 43/Conarq. Em uma Preservação Digital Sistêmica; Os PEPs, RES, Etc., tem que ser Arquivados em um RDC-Arq, garantindo a manutenção da Cadeia de Custódia Digital, a autenticidade, confiabilidade, confidencialidade, fonte de prova e segurança jurídica. RDC-Arq: Ecossistema de Preservação Digital Arquivística, composto além de outros requisitos, da soma das Plataforma de Preservação (Archivematica) com a Plataforma de Acesso e Transparência Ativa (AtoM - ICA-AtoM), Orientado por uma Política Arquivística! CCDA (Cadeia de Custódia Digital Arquivística) Princípio aplicável aos documentos digitais, considerando suas especificidades e complexidades, garantindo que os documentos de arquivo não tiveram ruptura de sua custódia arquivística digital, mantendo-os sempre confinados em ambientes digitais com requisitos arquivísticos homologados, desde a sua produção ou representação, transmissão, arquivamento, até a sua guarda permanente, acesso ou eliminação, registrando todas as suas alterações de forma sistêmica, assegurando assim, a garantia da Autenticidade, Confiabilidade, Integridade e Fixidez ao longo do tempo, em uma abordagem de Preservação Digital Sistêmica (FLORES, 2018). Em um ambiente digital: houve a necessidade de se repensar a garantia da cadeia de custódia ininterrupta, e como mantê-lo como um lugar de gestão arquivística, preservação permanente, custódia confiável, e como um arquivo permanente digital, motivado pela Lei 8159/91, que coloca como dever público a gestão dos documentos de arquivo, visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente. É necessário olhar para o RDC-Arq, ou seja, para o Arquivo Permanente digital, como o lugar necessário e obrigatório perante a Lei 8159/91 para os documentos históricos/permanentes, e o lugar onde são implementados os referenciais consolidados e atuais de uma Preservação Digital Sistêmica. Os documentos permanentes/históricos são INALIENÁVEIS e IMPRESCRITÍVEIS Em um MUNDO Digital (Documentos): Uma Cadeia de Custódia Digital Arquivística, a CCDA, para Documentos de Arquivo, garantindo a Segurança Jurídica para os Gestores, Pesquisadores, Técnicos e Cidadãos: A custódia, o cuidado, posse, controle, política, metodologia e tratamento baseado em Normas, Padrões, Modelos e Requisitos, desde a gênese do Documento, sua produção em SIGADs ou SIGADs de Negócio e sua Transferência ou Recolhimento para os RDC-Arq de forma ininterrupta. Cadeia de Custódia: A presunção de autenticidade dos documentos arquivísticos sempre fez parte do processo tradicional de avaliação desses documentos e é fortemente apoiada na análise de sua forma e de seu conteúdo, que nos documentos não digitais estão inextricavelmente ligados ao suporte – isto é, forma, conteúdo e suporte são inseparáveis. Além disso, essa presunção baseia-se na confirmação da existência de uma cadeia de custódia ininterrupta1 desde o momento da produção do documento até a sua transferência para a instituição arquivística responsável pela sua preservação no longo prazo. Caso essa cadeia de custódia seja interrompida, o tempo em que os documentos não estiveram sob a proteção do seu produtor ou sucessor pode causar muitas dúvidas sobre a sua autenticidade. 1 Cadeia de custódia ininterrupta: linha contínua de custodiadores de documentos arquivísticos (desde o seu produtor até o seu legítimo sucessor) pela qual se assegura que esses documentos são os mesmos desde o início, não sofreram nenhum processo de alteração e, portanto, são autênticos. Resolução nº 37 do Conarq. Repositório Digital Confiável Trusted Digital Repositories: attributes and responsibilities (RLG/OCLC: 2002) cumprimento do modelo de referência OAIS; responsabilidade administrativa; viabilidade organizacional; respaldo financeiro; adequação tecnológica; sistema de segurança; procedimentos transparentes para rendição de contas do próprio repositório. (RLG/OCLC, 2002)

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

"Autorização da Digitalização e Eliminação de Documentos analógicos (Decreto 10.278): Autenticidade, Preservação e Segurança Jurídica"

"Autorização da Digitalização e Eliminação de Documentos analógicos (Decreto 10.278): Autenticidade, Preservação e Segurança Jurídica"

sábado, 30 de outubro de 2021

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Roda de Conversas: Tecnologias nos currículos dos Cursos de Arquivologia, SESA, Profs. Sanderson Dorneles, Josemar Henrique de Melo e Daniel Flores Projeto SESA Realização UEPB

Roda de Conversas: Tecnologias nos currículos dos Cursos de Arquivologia, SESA, Profs. Sanderson Dorneles, Josemar Henrique de Melo e Daniel Flores Projeto SESA Realização UEPB

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Live Parte II: Gestão e Preservação Sistêmica de Documentos, Daniel Flores, Projeto GDAN/UFPB - Profa.Rosa Projeto de Extensão que envolve a Gestão Documental no Arquivo do Núcleo de Identificação Civil e Criminal do IPC/PB. UFPB - CCSA - DCI Live com os Professores Daniel Flores da UFF e Rosa Zuleide da UFPB https://www.instagram.com/p/CGXREa5A3vv

Live Parte II: Gestão e Preservação Sistêmica de Documentos, Daniel Flores, Projeto GDAN/UFPB - Profa.Rosa Projeto de Extensão que envolve a Gestão Documental no Arquivo do Núcleo de Identificação Civil e Criminal do IPC/PB. UFPB - CCSA - DCI Live com os Professores Daniel Flores da UFF e Rosa Zuleide da UFPB https://www.instagram.com/p/CGXREa5A3vv

domingo, 26 de setembro de 2021

O Futuro Tecnológico dos Arquivos: da Formação aos Acervos e à Transparência Ativa para a Prestação de Contas à Sociedade Prof. Daniel Flores

O Futuro Tecnológico dos Arquivos: da Formação aos Acervos e à Transparência Ativa para a Prestação de Contas à Sociedade

Prof. Daniel Flores
Aula Live no Zoom
Segunda-feira, 8 de junho, no Zoom, às 10h30min. 

Arquivo Público do Estado da Bahia
Fundação Pedro Calmon
Grupo de Pesquisa CNPq UFF Ged/A - Documentos Digitais
AABA
Governo do Estado da Bahia

domingo, 12 de setembro de 2021

Documentos arquivísticos digitais autênticos ou autenticados: cadeia de custódia do SIGAD ao RDC-Arq Prof. Dr. Daniel Flores

Documentos arquivísticos digitais autênticos ou autenticados: cadeia de custódia do SIGAD ao RDC-Arq Prof. Dr. Daniel Flores

sábado, 19 de junho de 2021

Diálogos: Arquivologia em Múltiplas Perspectivas - 2 - Palestra: Dissecando arquivisticamente o decreto de digitalização de documentos para garantir a preservação e autenticidade do nosso patrimônio documental. Palestrante: Prof. Daniel Flores (UFF).

Palestra: Dissecando arquivisticamente o decreto de digitalização de documentos para garantir a preservação e autenticidade do nosso patrimônio documental. Palestrante: Prof. Daniel Flores (UFF).

sábado, 15 de maio de 2021

Repositorios Archivísticos Digitales Confiables (RDC-Arch): Cadena de Cu...

La Universidad Federal Fluminense (UFF), el Consejo Nacional de Desarrollo Científico y Tecnológico de Brasil y la Asociación Latinoamericana de Archivos (ALA) convocan al curso-taller, impartido desde Brasil por Daniel Flores. El objetivo de la actividad es los repositorios archivísticos digitales confiables (RDC-Arch) como ambiente de preservación permanente para los documentos de archivo, considerando primordialmente que estos son complejos y sensibles y, por tanto, necesitan de requisitos archivísticos específicos para garantizar su autenticidad, preservación y manutención de su cadena de custodia digital archivística. Daniel Flores es licenciado en Archivología en Universidad Federal de Santa Maria (UFSM), master of Production Engineering - Tecnología de la Información en UFSM y doctor en Documentación en Fundación General de la Universidad de Salamanca, Salamanca (USAL, España), revalidado por Universidad Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) como doctor en Ciencias de la Información en Brasil y post-doctorado en Fundación USAL Flores es profesor del Curso de Licenciatura en Archivología y del Programa de Postgrado en Ciencias de la Información, del máster y doctorado de la UFF. Además es líder del grupo de investigación sobe documentos digitales del Consejo Nacional de Desarrollo Científico y Tecnológico de Brasil. ===== El objetivo del Curso-Taller es abordar los Repositorios Archivísticos Digitales Confiables (RDC-Arch) como ambiente de preservación permanente para los documentos de archivo, considerando primordialmente que estos son complejos y sensibles y para tanto, necesitan de requisitos archivísticos específicos para garantizar su autenticidad, preservación y manutención de su Cadena de Custodia Digital Archivística – CCDA. Será estudiada la importancia de la manutención de la Cadena de Custodia Digital Archivística – CCDA de los documentos de archivo como garantía de la Seguridad Jurídica de los Ciudadanos. Se abordará desde la génesis documental, considerando su complejidad y especificidad del documento archivístico digital, y la necesidad de nacer y mantenerse confinado en sistemas archivísticos de Gestión Documental en las fases de los documentos administrativos e intermedios, y de que sean transferidos los históricos para los sistemas archivísticos de Preservación y Acceso (los RDC-Arch), siempre cuidando el mantenimiento de la CCDA. En el taller se abordará, en la práctica, los softwares libres de Repositorios Archivísticos Digitales confiables – RDC-Arch (Archivematica) como ambiente auténtico de preservación, el Archivo Permanente/Histórico de los Documentos Digitales y la Plataforma Archivística de Descripción, Acceso y Transparencia Activa (AtoM, el legado ICA-AtoM). Listado de contenidos: Introducción al software libre y sus ventajas para la Archivología; Recibir paquetes SIP OAIS directamente de un SGDA/SGDE/SIGAD; Mantener la cadena de custodia; RDC-Arch = Archivematica + AtoM; Preservación Digital Sistémica (Active Digital Preservation); eArchiving Building Block Europeo; Autenticidad (identidad e integridad) en repositorios de archivo; Reuso de los Datos en los Documentos de Archivo; La Diplomática contemporánea; Funcionalidad OAIS; Preparar metadatos con .CSV e ISAD(G); PREMIS para Preservación, Autenticidad y Fijidez; Metadatos METS – SIGAD/SGDE; Integración de PAQUETES OAIS y demarcación de autenticidad en la práctica; Aplicación de Archivematica en bases de datos y documentación intermedia; Archivematica en una oficina de escaneo; Pautas para el entorno de TI; Las normas y el Software Libre Norma Internacional para la Descripción de Archivos – ISAD (G); Norma Internacional para la Descripción de Funciones – ISDF; Norma Internacional para la Descripción de las Instituciones de Archivo – ISDIAH; Norma Internacional de Registro de la Autoridad de Archivo para Entidades Colectivas, Indivíduos y Famílias – ISAAR (CPF). Introducción y uso de Archivematica como RDC-Arch El RDC-Arch como ambiente de Preservación y garantía de la autenticidad de los documentos de archivo; Manutención de la Cadena de Custódia Digital Archivística como requisito fundamental para la Seguridad Jurídica; Operación y creación de paquetes SIP, AIP y DIP. Introducción al software AtoM Análisis de casos reales: sitios con la plataforma. La página principal, idioma, niveles y perfiles de usuario; Creación de usuarios; ICA Tour; ISAD (G), elementos de descripción obligatorios; El uso Inserción institucional; Inserción de la descripción y sus niveles descriptivos; La taxonomía; Crear páginas estáticas; Sobre la Personalización del sistema; Cómo adjuntar imágenes a la descripción archivística; Buscar y acceder Formas de búsqueda, investigación y acceso; Preparación de informes; Los Metadatos PREMIS, METS y .CSV. Instalación de un AtoM (legacy ICA-AtoM) y de un Archivematica (RDC-Arch) – Máquina Virtual; Integración Archivematica y AtoM

sábado, 1 de maio de 2021

La cadena de custodia de archivos en la preservación digital sistémica

Conferencia Inaugural: La cadena de custodia de archivos en la preservación digital sistémica.
Invitado: Daniel Flores, Universidad Federal Fluminense, Brasil.
Dr. Daniel Flores. Profesor e Investigador del Curso de Archivología y de la Maestría y Doctorado en Ciencias de la Información de la Universidad Federal Fluminense - UFF (Brasil) y Líder del Grupo de Investigación en Documentos Digitales: Gestión y Preservación Digital Sistémica en un CCDA. Miembro de la Asociación Latinoamericana de Archivos - ALA, Representante Nacional de Brasil en el GE RIBEAU y en el Grupo de Trabajo en Gestión y Preservación de Documentos Electrónicos (GTGPDE-ALA).

Fecha del evento: 28 de abril de 2021.

Presentadora: Raquel Umaña Alpízar
Colaboradora: María Gabriela Castillo Solano
Coordinadora: María Teresa Bermúdez Muñoz
Edición de video: Diana Hernández Jiménez

Música:  https//www.bensound.com

Archivística de la Universidad de Costa Rica

domingo, 14 de março de 2021

Día Mundial de la Preservación Digital 2020 - ALA Archivos

Día Mundial de la Preservación Digital 2020 - ALA Archivos

Día Mundial de la Preservación Digital 2020

La Cadena de Custodia de Archivos Digitales – CCDA combinada con Preservación Digital Sistémica – PDS para Archivos

Nuestra sociedad comenzó a producir documentos digitales, los cuales son, en sí mismos, complejos y específicos y, por tanto, requieren un tratamiento especial, desde su génesis, confinados en Sistemas Computarizados contemplando una Cadena de Custodia y Preservación, orientados a normas, estándares, modelos y requisitos. Sin embargo, era necesaria, y sigue siendo, la solución previa de los problemas y dilemas conceptuales que la propia Archivología necesita para superar eficazmente la Ruptura Paradigmática y establecer un escenario firme de Transición Paradigmática, como forma de garantizar a la sociedad y a la ciudadanía, que pueden ejercer su ciudadanía plena sobre la base de documentos auténticos, fiables y conservables.

Ahora, con Registros digitales – Documentos digitales, mucho ha cambiado, hemos detectado y presenciado una ruptura paradigmática, donde la complejidad y especificidad de los registros digitales ha cambiado, la forma en que entendemos la “prueba”, o “evidencia”, para la Cadena de Custodia, ahora resignificada para la Cadena de Custodia de Archivos Digitales – CCDA. Enfoque mucho más interdisciplinario de la ciencia y el derecho forenses digitales. Ahora la atención se centra en la política de archivo y el entorno digital, basados ​​en estas políticas, así como en las normas, estándares, modelos y requisitos.

Duranti, en su Conferencia Magistral en el Congreso ICA – ALA en la Ciudad de México (2017) presentó: “CADENA DE CUSTODIA DIGITAL: la información preservada sobre el documento y sus cambios, demostrando que un dato específico estaba en un estado particular en un cierta fecha y hora” (nuestra traducción).

Lo que podemos ver es que la autora presentó un camino, un movimiento desde la cadena de custodia, hacia la cadena de custodia digital (en nuestra opinión), denotando la necesidad de replantear o expandir la cadena de custodia para contemplar las especificidades y complejidades de un mundo digital.

El propio concepto de cadena de custodia presentado por ICA Multilingual Archival Terminology, nos ha brindado elementos que el concepto necesitaba para evolucionar, ya que lo ha presentado como “Documento o huella que demuestra la sucesión de personas jurídicas o personas que tenían posesión, custodia y control sobre los documentos”. En el caso de un documento digital, en entornos digitales, podríamos tener este documento, o rastro, demostrando la sucesión de personas jurídicas y personas que tenían custodia, pero con la ruptura de un CCDA, es decir, llevándose un disco duro externo, con documentos, sospecha de un sistema de archivo con requisitos, rompiendo con la garantía de autenticidad y confiabilidad de estos documentos. El mero hecho de que estos documentos ya no estén confinados abriría una ventana de posibilidades para las adulteraciones digitales.

Hirtle (2001, nuestra traducción) corrobora la idea presentada anteriormente de la necesidad de expandir el concepto de cadena de custodia en entornos digitales, cuando afirma que “en un entorno analógico, la transferencia física y legal de documentos de una institución a una Institución Archivística asegura una cadena de custodia ininterrumpida ”, lo que no es cierto para el entorno digital, precisamente por la especificidad y complejidad del documento digital y la vulnerabilidad del registro digital. Por tanto, en el entorno digital, es necesaria una nueva propuesta para la definición de la Cadena de Custodia de Archivo Digital, ya sea por la redefinición de la Cadena de Custodia (CoC) o por la implementación operativa de la Cadena de Preservación (CoP).

Así, se hace más clara la necesidad de una definición de Cadena de Custodia de Archivos Digitales (CCDA), que debe considerar la idea de que la cadena de custodia digital no se puede romper ni interrumpir, y debe ser auditada por la cadena de preservación u otro procedimiento. capaz de verificar esta garantía en el entorno digital.

Es en este momento, a través de un punto de inflexión basado precisamente en la inseguridad jurídica y la pérdida o adulteración de documentos, que surge el principio de la Cadena de Custodia Digital Archivística (CCDA), aplicable a los documentos digitales, considerando entonces sus especificidades y complejidades, asegurando que los documentos de archivo no rompieron con su custodia de archivos digitales, manteniéndolos siempre confinados en entornos digitales con requisitos de archivo aprobados, desde su producción (en un Sistema de Gestión de Documentos de Archivo, un SGDA o SGDA de Negocios) o representación , transmisión, archivo, hasta su custodia permanente (ahora en Trusted Digital Archival Repositories – RDC-Arq), acceso o borrado, registrando todos sus cambios de manera sistémica, asegurando así la garantía de Autenticidad, Fiabilidad, Integridad y Fijabilidad con el tiempo, en un enfoque de Preservación Digital Sistémica.

Así, la Preservación Digital Sistémica o Activa, aparece también como un reto más para superar los prejuicios de que toda Transformación Digital en Archivos debe ser Disruptiva, cuando en verdad, esta forma siempre lleva consigo la idea de un producto nuevo y más económico, más sencillo, generalmente alejado de normas, estándares, modelos y requisitos. Cuando hablamos de algo tan importante para todo el colectivo de la sociedad, sus registros que garantizan derechos, documentos y es precisamente por eso que debemos avanzar hacia una Transformación Digital basada en la Innovación Sostenida en Archivos, siempre basada, nuevamente, en estándares, modelos, estándares y requisitos, a fin de garantizar la seguridad jurídica de personas e instituciones.

Es así como la Preservación Digital Sistémica toma su protagonismo, combinada con la Cadena de Custodia Digital Archivística, ya que la Preservación Digital Pasiva o No Sistémica seguirá coexistiendo y es necesaria para todas aquellas colecciones y transferencias de documentos analógicos que ya hemos producido o acumulado, de representantes digitales, resultado de digitalizaciones y nacidos digitales que aún no han implementado una Preservación Digital Activa o Sistémica.

El PDS entonces, con base en la ciencia, en estos modelos y normas, tendrá su progreso, procesamiento, transferencia y recolección siempre realizado por Paquetes OAIS (Open Archival Information System Model), basado en normas, modelos, estándares y requisitos, y todos los tratamientos y aplicación de las Políticas de Archivo y Estrategias de Preservación, las cuales serán a través de soluciones que implementen y obedezcan estas Políticas de Archivo. Ya no será un trabajo “a mano” del Archivero, en documentos digitales, sino un trabajo orientado a sistemas y políticas Archivísticas con una planificación y gestión sistémica de Preservación Digital. Eso sí significa un gran y tremendo desafío para todos los Archiveros profesionales, en el futuro previsible, con el objetivo de garantizar la Conservación a través de la producción de Documentos Digitales con Requisitos de Archivo, en CCDA e implementando un PDS.

Lo que vemos, como nos dice el filósofo e historiador de la ciencia Thomas Kuhn (1994), es que estamos ante un nuevo paradigma en Archivología, que remite a un nuevo modelo y estándares, que en Archivología identificamos los de producción, mantenimiento, preservación y acceso de Documentos de Archivo, que contemplan una Preservación Digital Sistémica y garantizan una Cadena de Custodia Digital de Archivo. Y que ahora, estos elementos se comparten en la sociedad permitiendo explicar ciertos aspectos de la realidad sobre el Patrimonio Documental Archivo Digital que estamos produciendo hoy, y adecuarlos para que sean conservables, auténticos, fiables y accesibles para el mañana. Como señala el autor, es más que una teoría, lo que implica una estructura que genera nuevas teorías y así se materializa en la Transición Paradigmática a la Archivología.

 

Dr. Daniel Flores
Asociación Latinoamericana de Archivos – ALA
www.alaarchivos.org
Representante Nacional de Brasil en el GE RIBEAU ALA

Profesor e Investigador del Curso de Archivología y de la Maestría y Doctorado en Ciencias de la Información de la Universidad Federal Fluminense – UFF (Brasil) y Líder del Grupo de Investigación en Documentos Digitales: Gestión y Preservación Digital Sistémica en un CCDA.

sábado, 6 de março de 2021

"A Cadeia de Custódia e a Ciência Forense Digital - CFD para a garantia da Autenticidade e Confiabilidade dos Documentos fontes de prova"

Preservação Digital - o case do TJDFT na implementação do RDC Arq. Prof. Daniel Flores - Curso de Arquivologia e Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação - PPGCI da UFF. "A Cadeia de Custódia e a Ciência Forense Digital - CFD para a garantia da Autenticidade e Confiabilidade dos Documentos fontes de prova" September 2020 DOI: 10.13140/RG.2.2.32249.08800 Conference: Webinar Preservação Digital: o Case do TJDFT na Implementação do RDC-Arq Projects: Engenharia de Produção em Sistemas de Informação em Arquivos para a Gestão Pública e Governo Eletrônico: relações Interdisciplinares entre a Arquivologia, Engenharia da Produção e Sistemas de InformaçãoDISRUPÇÃO E INOVAÇÃO SUSTENTADA NA PRODUÇÃO E PRESERVAÇÃO SISTÊMICA DE DOCUMENTOS NATO DIGITAIS: a necessidade da Cadeia de Custódia e de Preservação aliadas ao Blockchain em RDC-Arq (PQ CNPQ 2020-2023)